O Zebro: considerações históricas, sua identificação e distribuição geográfica, origem da palavra “zebra” e considerações sobre etimologia

Autores

Nelson Papavero
Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
Mario Eduardo Viaro
Departamento de Línguas Clássicas e Vernáculas, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil

Sinopse

Os equídeos africanos conhecidos internacionalmente como zebra não derivam seu nome de uma língua africana, mas do galego-português zebro, que se referia provavelmente ao extinto Equus hydruntinus Regalia, 1907. O animal foi mencionado com várias outras grafias nos documentos medievais (zevro, zevra, zebro, ezevro etc.), mas alguns textos renascentistas posteriores à sua extinção passaram a confundi-lo com o onagro (Equus hemionus Pallas, 1775), quase na mesma época em que uma outra confusão paralela se estendeu aos animais africanos. Haja vista a impossibilidade de associar o nome a uma origem latina, ao árabe ou a algum substrato ibérico, busca-se uma etimologia alternativa no superstrato suevo presente nos falares românicos do noroeste da Península Ibérica.

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Biografia do Autor

Nelson Papavero، Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil

Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP Bolsista de Produtividade Científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

Mario Eduardo Viaro، Departamento de Línguas Clássicas e Vernáculas, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil

Departamento de Línguas Clássicas e Vernáculas, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil

Capa para O Zebro: considerações históricas, sua identificação e distribuição geográfica, origem da palavra “zebra” e considerações sobre etimologia
ISSN online
2318-2032

Detalhes sobre essa publicação

ISBN-13 (15)
9788584890002
doi
10.11606/9788584890002