Pesquisa setorial ABRECON 2020: a reciclagem de resíduos de construção e demolição no Brasil

Autores

Sérgio Cirelli Angulo
(Organizador)
Universidade de São Paulo. Escola Politécnica
https://orcid.org/0000-0001-9700-1621
Lidiane Santana Oliveira
(Organizador)
Universidade de São Paulo. Escola Politécnica
https://orcid.org/0000-0001-9334-8003
Leonardo Camara Machado
(Organizador)
Universidade de São Paulo. Escola Politécnica
https://orcid.org/0000-0002-3943-6368

Palavras-chave:

Resíduos de construção – Reciclagem – Brasil, Resíduos de demolição – Reciclagem – Brasil

Sinopse

O livro retrata a evolução dos índices de reciclagem no Brasil, mercados, e principais dificuldades em 2022. Na pesquisa, três questionários foram aplicados em grupos temáticos diferentes (usinas de reciclagem, transportadores de resíduos de construção, e entidades de governo). A geração de resíduos de construção no Brasil, cerca de 100 milhões de toneladas por ano, foi dividida entre as regiões brasileiras, incluindo a contribuição das principais regiões metropolitanas. Os índices de reciclagem oscilaram entre 15 e 20% nestes últimos oito anos, inclusive nas regiões brasileiras. Os índices de reciclagem superam 20% nas regiões Sul e Sudeste. A reciclagem avança principalmente nos municípios de médio porte (100 e 500.000 habitantes). Porém, as usinas trabalham a 50% da capacidade máxima produtiva, indicando restrição de mercado. Os índices de rejeitos nas usinas são elevados. Muitas usinas doam agregados, devido à dificuldade na comercialização do produto. Os planos de gerenciamento hoje atendem a quase 30% da população brasileira e disseminam-se nos municípios de médio e grande portes. Há desconhecimento com relação à existência de aterros clandestinos locais, e à resolução CONAMA 307 em órgãos públicos. Os transportadores apontam para o problema de má conduta do gerador, ocupando volume acima do permitido.

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Publicado

junho 8, 2022

Licença

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